Tenho minhas convicções, idéias vêm, idéias vão, mas meus princípios ainda são os mesmos. Não busco troféus, prefiro a experiência, prefiro ter terra do que ter ouro, confio mais na natureza que é de Deus, do que nos valores humanos. Porque sei que Ele pode me dar muito mais do que eu posso comprar.
Qual será a mágica da flor que nasce do meio da lama?
Como é ser forte?
O que é bondade, afinal?
Egoísmo, intolerância, maldade, é só isso que sobrou?
Qual vai ser o maior legado do homem na Terra?
sábado, 7 de novembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Pais e filhos

Eu tenho dentro de mim que filhos são os bens mais preciosos que alguém pode ter ao longo da vida. Ser mãe é inexplicável. Nós mulheres, somos como um portal para o mundo, o elo de ligação do espírito com a carne, condutoras da passagem para a vida. Não há ser humano no mundo que tenha chegado aqui por outras vias, temos esse dom natural e divino em nosso corpo, a natureza da mulher é gerar, dar vida e criar. Nisso nós ganhamos deles... mas para contrabalancear vemos no papel do homem para a criação de uma criança uma importância extrema. Essa história de que “mãe é mãe” é verdade, mas também é certo que “pai é pai”. Sorte dos homens que entendem o quanto é fundamental sua presença, como é grande sua importância e o quanto é forte sua ligação com seus filhos.
Vejo na atualidade uma nova geração de pais, mais amorosos, mais ligados, mais conscientes, é importante enxergar as mudanças, a evolução da humanidade, as crianças de hoje não são as mesmas que as de 15 ou 20 anos atrás. Tudo muda o tempo todo e não é fácil acompanhar, principalmente porque crianças não vêm com manual de instruções e a responsabilidade pela criação deles é toda nossa.
Trazer uma criança ao mundo é lindo mas cuidar, educar, transmitir a ela valores, conduzir na criação de seu caráter, transforma-lo em um ser forte e digno, é tarefa complexa. Como pais, somos referência, somos base, somos ponto de apoio, fonte de sabedoria e inspiração.
O pai e a mãe são o primeiro contato com o mundo, o aconchego, a proteção e a fortaleza. Com tanta novidade, tanta coisa pra explorar e se descobrir, nossos pais fazem o papel de condutores, assistindo, auxiliando e protegendo a cada passo, a cada mudança. Enquanto somos criança nem entendemos o que eles são pra nós, é tanta coisa nova pra se ver e se sentir que à nós, basta saber que eles estão ali do nosso lado, nos fazendo sentir mais seguros pra prosseguir. Conforme o tempo passa até os deixamos um pouco de lado porque afinal, já sabemos andar, falar, nos virar sozinhos, mal precisamos deles... claro, contanto que estejam sempre ali. Então a gente cresce, conhece o mundo, bate cabeça, chora, aprende, e aos poucos vamos entendendo como cada ensinamento impregnado dentro da gente, faz de nós aquilo que somos de verdade.
Então um dia a mágica da multiplicação acontece, nos vemos responsáveis pela vinda de outro ser ao mundo, ele chega tão frágil, tão pequeno e dependente. Educar, criar, assistir, proteger, acolher, amar, tudo aquilo que um dia alguém foi para você e que agora você será para outro alguém... E nesse momento que a gente entende o real significado de ser pai e ser mãe, é que a gente vê o que os nossos foram pra gente. A dedicação e o amor incondicional, o dom de se doar sem reciprocidade, e toda a felicidade que é receber a benção da maternidade.
E ainda não sei, porque ainda não cheguei lá, mas acho que ao ver nossos filhos virando pais e nos dando netos, ver que cresceram e se tornaram pessoas de bem, pais de família responsáveis, é que sentiremos a sensação de dever cumprido. Creio que o que todos nós, pais e filhos, queremos é chegar no final e ver que mesmo entre erros e acertos, entre broncas e carinhos, entre provações e cuidados, tudo valeu a pena, tudo...
Mesmo sem saber qual o rumo que nossa vida pode tomar, uma criança sempre é uma benção, é renovação, é vida, e o amor é o único caminho.
Viva os nossos pais, e viva os nossos filhos!
Vejo na atualidade uma nova geração de pais, mais amorosos, mais ligados, mais conscientes, é importante enxergar as mudanças, a evolução da humanidade, as crianças de hoje não são as mesmas que as de 15 ou 20 anos atrás. Tudo muda o tempo todo e não é fácil acompanhar, principalmente porque crianças não vêm com manual de instruções e a responsabilidade pela criação deles é toda nossa.
Trazer uma criança ao mundo é lindo mas cuidar, educar, transmitir a ela valores, conduzir na criação de seu caráter, transforma-lo em um ser forte e digno, é tarefa complexa. Como pais, somos referência, somos base, somos ponto de apoio, fonte de sabedoria e inspiração.
O pai e a mãe são o primeiro contato com o mundo, o aconchego, a proteção e a fortaleza. Com tanta novidade, tanta coisa pra explorar e se descobrir, nossos pais fazem o papel de condutores, assistindo, auxiliando e protegendo a cada passo, a cada mudança. Enquanto somos criança nem entendemos o que eles são pra nós, é tanta coisa nova pra se ver e se sentir que à nós, basta saber que eles estão ali do nosso lado, nos fazendo sentir mais seguros pra prosseguir. Conforme o tempo passa até os deixamos um pouco de lado porque afinal, já sabemos andar, falar, nos virar sozinhos, mal precisamos deles... claro, contanto que estejam sempre ali. Então a gente cresce, conhece o mundo, bate cabeça, chora, aprende, e aos poucos vamos entendendo como cada ensinamento impregnado dentro da gente, faz de nós aquilo que somos de verdade.
Então um dia a mágica da multiplicação acontece, nos vemos responsáveis pela vinda de outro ser ao mundo, ele chega tão frágil, tão pequeno e dependente. Educar, criar, assistir, proteger, acolher, amar, tudo aquilo que um dia alguém foi para você e que agora você será para outro alguém... E nesse momento que a gente entende o real significado de ser pai e ser mãe, é que a gente vê o que os nossos foram pra gente. A dedicação e o amor incondicional, o dom de se doar sem reciprocidade, e toda a felicidade que é receber a benção da maternidade.
E ainda não sei, porque ainda não cheguei lá, mas acho que ao ver nossos filhos virando pais e nos dando netos, ver que cresceram e se tornaram pessoas de bem, pais de família responsáveis, é que sentiremos a sensação de dever cumprido. Creio que o que todos nós, pais e filhos, queremos é chegar no final e ver que mesmo entre erros e acertos, entre broncas e carinhos, entre provações e cuidados, tudo valeu a pena, tudo...
Mesmo sem saber qual o rumo que nossa vida pode tomar, uma criança sempre é uma benção, é renovação, é vida, e o amor é o único caminho.
Viva os nossos pais, e viva os nossos filhos!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Precisa-se de sossego!
Eu descobri que eu não tenho tempo pra ter um blog. Eu não tenho tempo, meu dia acaba muito rápido, não consigo nem cumprir minhas tarefas diárias, quem dirá escrever... Não tenho tempo livre, tenho escapadas, não tenho tempo de descanso, tenho os intervalos em que meu bebê dorme, vivo correndo, não me sobra tempo.
Não me dedico 100% a nada, não termino aquilo que começo, não vou adiante em nada que me comprometo, alias, não me comprometo mais.
É sempre trabalho - casa, casa - trabalho, minha casa fica uma zona e no trabalho eu me atrapalho.
Preciso de mais dinheiro pra viver melhor, e preciso trabalhar mais pra conseguir mais dinheiro, mas se eu trabalhar mais não vou viver melhor... qual será o preço do sossego?
Não me dedico 100% a nada, não termino aquilo que começo, não vou adiante em nada que me comprometo, alias, não me comprometo mais.
É sempre trabalho - casa, casa - trabalho, minha casa fica uma zona e no trabalho eu me atrapalho.
Preciso de mais dinheiro pra viver melhor, e preciso trabalhar mais pra conseguir mais dinheiro, mas se eu trabalhar mais não vou viver melhor... qual será o preço do sossego?
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